top of page
Logomarca Portal Vocacional

Blog

Esse espaço foi criado com a intenção de compartilhar informação e conhecimento, em parceria com orientadores(as) profissionais que integram a comunidade do Portal Vocacional. 

Boa leitura!

2006 foi o ano em que o Portal Vocacional surgiu, no formato de site e, de lá para cá, muitos fatos contribuíram para que hoje sejamos uma grande comunidade de profissionais que têm a Orientação Profissional e de Carreira praticamente como missão de vida. 
É com grande satisfação que lançamos este selo, para identificar profissionais que fazem parte de uma comunidade comprometida com a área de OPC.
Juntos alcançamos grandes feitos e impactamos positivamente o mundo ao nosso redor, ajudando o cliente a escolher, planejar, alavancar ou repensar sua profissão, sua carreira e sua aposentadoria.
Este selo representa nosso compromisso inabalável com a qualidade, integridade, ética, respeito e excelência em nossos atendimentos!
Quer juntar-se à nós? Associe-se!

Selo Portal Vocacional

Por Gilvanise Gulicz Vial

 Time escalado para ajudar você a ganhar ao atuar com Orientação Profissional e de Carreira.

Gol: Gilvanise vem defendendo a OPC há mais de 20 anos, com muita ética, atenta à tudo que está acontecendo e sempre se comunicando com clareza para organizar processos e orientar colegas, evitando que a insegurança avance e paralise. Além disso, vai compartilhar modelo de contrato e sugestão de cronogramas para diferentes tipos de processos, com o intuito de ajudar colegas a atingirem seus objetivos.

Defesa:  Ana Cláudia Giaxa ,  Larissa Benito, Beatriz André,  Mirian Nauck, com atividades que os orientadores profissionais utilizam para ajudar o cliente a interceptar receios, desarmar ansiedade, afastando a dúvida e ajudando o cliente a se defender da pressão sofrida na hora da escolha ou reescolha profissional.

Meio campo: Sandra Fusco e Simone Grivot com atividades que ajudam o cliente a fazer a transição entre a dúvida e a clareza, proteger a saúde mental durante essa fase, recuperar a tranquilidade e iniciar a construção de uma jogada certeira, ter uma boa visão de suas habilidades e interesses, manter a  concentração, a posse da autoconfiança, criando alternativas para atacar o medo de errar, driblar o nervosismo, explorar todas as possibilidades e fechar o processo fazendo uma escolha com precisão, assertividade, consciência e segurança.

Ataque: Maria Alice Claro e Ana Pereira , dominam modelos de relatórios, devolutivas, atividades para planejamento de carreira, que vão preparar o cliente e participantes do curso para buscar espaço no mercado de trabalho, se fortalecendo e driblando a concorrência. E temos também  Wilson Gasino e Giuliana Elisa com um olhar sobre o marketing pessoal, marketing profissional  e personal branding, para que os participantes do curso sejam dinâmicos, com boa mobilidade, tenham um bom posicionamento no mercado, adquiram a capacidade de fazer captação de clientes e finalizem os contratos e processos com maestria, pois de nada adianta ter um excelente preparo se você não conseguir entrar em campo para jogar!

Inscreva-se para o jogo que começa dia 20/07. 

 

Clique e saiba mais! 
 

Um time de peso!

CAMPO.png

Por Gilvanise Gulicz Vial

Em quase 20 anos atuando com orientação profissional e de carreira, percebo que, independente da idade do cliente, existe uma grande dificuldade na questão de planejamento. A grande maioria não percebe que, via de regra, atingir objetivos é um processo, com começo, meio e fim, não existe “teletransporte” para o sucesso, o que quer que isso signifique para cada pessoa.

É uma trajetória que, geralmente, começa no momento da escolha profissional, escolha essa que deve ser feita com cuidado, seriedade e, principalmente, individualidade: o cliente precisa olhar para si, fazer uma autoavaliação, conhecer suas habilidades, aptidões, interesses, valores, pontos fortes, vulnerabilidades...
Precisa conhecer-se para poder fazer uma escolha consciente e segura.
Precisa pesquisar sobre si e sobre as opções profissionais, precisa estabelecer objetivos e pensar sobre as ações necessárias para atingi-los. E isso não acontece em uma ou duas horas, não acontece com aplicação de um único teste/instrumento. Por isso se chama “processo de orientação profissional”, demanda tempo.

Feita a escolha da profissão, vem a preparação: curso técnico, profissionalizante, bacharelado, licenciatura, tecnológico?
Cada cliente tem um perfil único, uma necessidade específica e precisa construir seu plano de ação. Ação!

O planejamento de carreira é um processo contínuo que envolve autoconhecimento, definição de objetivos claros, pesquisa de mercado, networking, desenvolvimento contínuo e adaptação às mudanças.

Com uma escolha consciente e um planejamento eficaz, é possível alcançar a realização profissional e pessoal de forma equilibrada e satisfatória.

Caso necessite de ajuda para alguma etapa da sua trajetória, clique aqui e encontre um(a) profissional associado(a).
Atendimentos online ou presenciais.

Sucesso x planejamento

Por Wilson Gasino
 

Em 26 de maio passaram a valer as novas regras da NR-1 relacionadas à saúde psicossocial no trabalho. Isso é fundamental diante do aumento nos afastamentos por burnout, ansiedade e depressão

A Comunicação Não-Violenta (CNV) tem ferramentas que ajudam a tornar o local de trabalho e suas relações mais saudáveis. Por meio dela, as pessoas falam mais das dificuldades que sentem, geram redes de apoio e cocriam soluções para situações de conflito, estresse e excessos

A CNV pode apoiar na implantação de canais de escuta ativa e segura. Também com treinamentos para auxiliar as pessoas a lidarem e expressarem melhor as emoções, aumentando o bem-estar e fortalecendo a colaboração

A CNV também atua no desenvolvimento de lideranças para reconhecerem e assumirem com mais propriedade seus papéis e responsabilidades. Por exemplo: na comunicação clara e assertiva, na escuta empática e na identificação de situações críticas. Vale lembrar que é um processo que exige mudança cultural em todas as esferas e com abordagens diferentes nos vários níveis

O apoio psicoterápico é importante nessa mudança, mas o processo é mais amplo e inclui identificar, mensurar, monitorar, prever, corrigir, mitigar e reparar situações. Não é só um problema do indivíduo, mas do ambiente

E a CNV atua desde o desenho de canais de comunicação interna até a criação de espaços, momentos e formatos de interação social

Também pode ajudar no desenvolvimento de um storytelling que revele o propósito do trabalho e dê mais motivação e um significado maior para a dedicação das pessoas

É um investimento estratégico que reduz custos com afastamentos e absenteísmo, e aumenta produtividade, engajamento, criatividade e inovação. Também há um enorme ganho na imagem interna e externa, além, obviamente, de evitar multas

E para os funcionários, do estagiário à liderança, representa um avanço de valor inestimável no aspecto humano. Melhoria na qualidade de vida para as pessoas e suas famílias, refletindo em todo o entorno e cumprindo um papel importante da empresa na sociedade

Quer saber mais?
Me chama no whatsapp. 
Tá na hora da gente conversar!


 

Tá na hora da gente conversar sobre a NR-1

WhatsApp Image 2026-05-26 at 10.48.32.jpeg

Por Ana Pereira
 

Entenda como a relação com o trabalho pode impactar sua saúde mental, os sinais de alerta e caminhos para construir uma carreira mais equilibrada.

 

Você precisa amar seu trabalho para estar na carreira certa?

 

Essa reflexão começou a partir de uma conversa simples.

Recentemente, vi um post de uma psicóloga comentando que ama o trabalho dela, mas não gosta de ter que lidar com outras partes da profissão, como promoção dos seus serviços (marketing), criação de conteúdo, organização, entre outros detalhes.

E a resposta que surgiu da minha parte, quase automática, foi: “É tipo academia… não precisa gostar. Tem que fazer.”

Essa troca, que começou de forma leve e até um pouco bem-humorada, traz uma questão importante: será que a gente precisa amar tudo no trabalho para estar na carreira certa?

Porque, se essa fosse a regra, talvez poucas pessoas estivessem no lugar certo.

A romantização do trabalho.

Essa ideia de que a gente precisa amar o trabalho o tempo todo, gostar todos os dias, estar sempre motivado, realizado e “vivendo o propósito”… virou um discurso muito comum, né?

A gente vê isso o tempo inteiro nas redes sociais, em vídeos motivacionais e até em alguns conselhos de carreira. E, de tanto ouvir, parece que se você não sente isso o tempo todo, tem alguma coisa errada com você ou com a sua profissão.

Mas, na vida real, a carreira não funciona assim.

Tem dias bons, dias cansativos, dias em que você se sente super produtivo e outros em que você só está cumprindo o que precisa ser feito. E isso é normal.

Claro que é importante, sim, buscar um trabalho que faça sentido, que te traga realização, que esteja minimamente alinhado com seus valores e que te dê um senso de propósito. Isso faz diferença.

Mas colocar no trabalho a responsabilidade de te fazer feliz o tempo todo é um peso muito grande e, muitas vezes, injusto.

O trabalho é só um dos pilares da nossa vida.

Ele pode trazer satisfação, crescimento, segurança financeira, aprendizado, mas a nossa felicidade também vem de outras áreas: da nossa saúde mental, dos nossos relacionamentos, da família, do lazer, da espiritualidade, do descanso.

No fim, talvez o trabalho não precise ser “a fonte da sua felicidade”.

O que dizem os estudos sobre trabalho e bem-estar.

Quando olhamos para o tema da saúde mental, o conceito é mais amplo do que simplesmente “gostar do que faz”.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, saúde mental envolve a capacidade de lidar com os desafios da vida, trabalhar de forma produtiva e manter um senso de bem-estar.

Ou seja, não se trata de sentir prazer o tempo todo, mas de conseguir sustentar uma relação funcional e saudável com o trabalho.

Pesquisas da Fundação Oswaldo Cruz também mostram que o estresse relacionado ao trabalho tem aumentado e impacta diretamente o bem-estar emocional. Isso reforça que a forma como nos relacionamos com o trabalho é mais importante do que a ideia de satisfação constante.

Quando essa cobrança começa a gerar mais desgaste.

O problema começa quando a ideia de “amar o trabalho” vira uma exigência.

Nesse cenário, qualquer desconforto pode ser interpretado como um sinal de erro. E isso pode gerar:

→ dúvida constante sobre a própria carreira,

→ sensação de inadequação,

→ frustração recorrente,

→ decisões impulsivas de mudança.

Em muitos casos, a pessoa não está no caminho errado, ela só está atravessando uma fase mais exigente.

E tudo certo. São fases em que toda carreira é feita.

Como construir uma relação mais saudável com o trabalho

 

Talvez a pergunta mais útil não seja: “Eu amo o meu trabalho todos os dias?”

Mas sim: “Como está a minha relação com o trabalho ao longo do tempo?”

Alguns pontos podem ajudar nessa reflexão:

Diferenciar desconforto de desalinhamento

Nem todo desconforto é um sinal de erro. Às vezes, ele faz parte do processo de crescimento.

Observar o contexto, não só o momento

Um dia ruim não define uma carreira. É importante olhar para o padrão ao longo do tempo.

Considerar outros fatores além da função

Ambiente, liderança, fase de vida e expectativas também influenciam muito a experiência profissional.

Criar espaço para refletir

Nem sempre é fácil organizar tudo isso sozinho. Ter um espaço de reflexão pode ajudar a enxergar com mais clareza o que está acontecendo.

O papel da psicoterapia e da mentoria de carreira.

Dependendo do momento, diferentes tipos de apoio podem fazer sentido.

A psicoterapia ajuda a compreender emoções, padrões e a forma como você se relaciona com o trabalho.

Já a mentoria de carreira pode contribuir com direção, estratégia e tomada de decisão.

Não é sobre escolher um ou outro de forma isolada, mas entender o que faz mais sentido para o seu momento.

Então, lembre-se:

Você não precisa amar seu trabalho todos os dias para estar na carreira certa.

Talvez o ponto mais importante seja observar a qualidade da sua relação com o trabalho ao longo do tempo.

Existe espaço para crescimento?

Por que eu estou nessa profissão, nessa empresa, nesse lugar e o que hoje eu estou ganhando com isso?

Existe possibilidade de equilíbrio?

Buscar respostas para essas perguntas pode ser mais útil e mais realista do que tentar sustentar a ideia de satisfação constante.

Se você sente que sua relação com o trabalho tem gerado mais dúvidas, desgaste ou confusão do que clareza, esse pode ser um momento importante para olhar para isso com mais atenção.

A psicoterapia e a mentoria de carreira podem ajudar nesse processo.

🔗 Informações no site.

Você NÃO precisa amar seu trabalho para estar na carreira certa!

WhatsApp Image 2026-05-26 at 10.20.51.jpeg

Esgotamento Emocional depois dos 50

Por Rosemary Andriani

Muitas pessoas chegam aos 50+ acreditando que o cansaço emocional faz parte “normal” da vida.

Mas nem sempre é só rotina. Nem sempre é só idade.

Às vezes, é esgotamento emocional silencioso.

E quanto antes esses sinais são percebidos, mais saudável pode ser essa fase da vida.

1 - Irritação mais frequente: pequenas situações começam a incomodar mais do que deveriam. A paciência diminui. O emocional fica mais sensível.

2 - Sensação de vazio: mesmo com a vida "organizada", existe uma sensação difícil de explicar. Como se faltasse algo. Como se você tivesse se desconectado de si.

3 - Cansaço constante: você acorda com cansaço. Vai dormir com cansaço. Mesmo sem ter feito "tanto assim".

4 - Falta de motivação: coisas que antes davam prazer, agora parecem pesadas ou sem sentido. Você faz... mas sem entusiasmo.

Ignorar estes sinais não faz eles desaparecerem. 

Você se identificou com algum desses sinais?

Não precisa enfrentar tudo sozinho(a)!

WhatsApp Image 2026-05-26 at 11.09.38.jpeg

Por Karla Budant
 

A GERAÇÃO DO QUARTO JÁ É REAL!!

A série Adolescência na Netflix faz uma alerta!
Um adolescente que se isola em seu próprio quarto, vive online , esconde suas dores da família, até que tudo explode.


Hoje, muitos adolescentes passam a maior parte do tempo trancados no quarto, e... conectados com o mundo, e completamente desconectados da própria casa. O quarto virou o universo inteiro e o resto da casa um lugar de passagem.


E não é só culpa do celular.

A própria arquitetura das casas modernas contribui para esse isolamento:
Quartos com tudo dentro (TV, Computador, Banheiro) suas próprias salas frias, sem vida real... Espaços sociais mal aproveitados. A casa que antes reunia a família agora separa . Menos convivência, mais distanciamento emocional. Cada um em seu "cômodo particular ".

Os estudos viram exceção. A adolescência que já é uma fase de dúvidas e conflitos, se transforma em solidão dentro de casa.


A dinâmica da casa precisa favorecer os vínculos familiares.

Momentos de afetos que convidam ao encontro.

Espaços que "abraçam", onde a decoração conta a história da casa, dos laços de família.

Não é sobre estética e sim sobre vínculos afetivos. 

Pais, mães, responsáveis precisam estar atentos e sempre em contato direto com as crianças e adolescentes, proporcionando em espaço de diálogo, confiança e afeto.

Vamos falar sobre isso?

Adolescência:
a geração do quarto

Mulher no peitoril da janela

Por Fabiana Martins
 

Te convido a adotar novos hábitos que vão transformar sua saúde mental: confira estas 5 dicas simples e poderosas:


1 -  Estabeleça limites: Dizer "não" também é um ato de autocuidado. Aprender a dizer 'não' quando necessário é essencial para evitar o esgotamento. Respeite seus limites e não tenha medo de priorizar o que é melhor para sua saúde emocional.

2 -  Desconecte-se das redes sociais: Permita-se momentos offline para recarregar as energias. Um tempo offline faz bem para a sua mente. Reserve momentos do seu dia longe das redes sociais e permita-se conectar com o mundo real - um passeio ao ar livre, uma boa conversa ou apenas um momento de silêncio.

3 -  Alimente-se de forma saudável: O que você consome nutre não só o corpo, mas também a mente. O que você come afeta diretamente o seu bem estar mental. Aposte em uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes que ajudam a manter sua mente saudável e em equilíbrio. 

4 -  Pratique a gratidão: Encontre beleza nas pequenas coisas e cultive um estado mental positivo. Ao final do dia tire alguns minutos para refletir sobre algo pelo qual você é grato(a). Focar nas coisas positivas ao seu redor ajuda a cultivar um estado mental mais otimista e resiliente.

5 -  Crie uma rede de apoio: Cercar-se de pessoas queridas faz toda a diferença. Mantenha uma comunicação regular com pessoas em quem confia e reconheça que não há vergonha em pedir ajuda sempre que sentir necessidade.
 

Pequenos passos para
grandes mudanças

fabiana martins.jpg

Por Dâmaris Cristo
 

Segundo o psicólogo Edgar Schein, existem 8 âncoras de carreira. Elas são questões cruciais para você, sem as quais felicidade e satisfação são comprometidas e por isso nunca podem ser negligenciadas. Quando se passa por cima disso, esses aspectos se tornam âncoras da sua carreira.

A cada momento de vida uma das âncoras ‘toma a frente’ e respeitá-la é muito importante para que haja plenitude profissional. O importante é ter conhecimento sobre o que mais tem sentido para você no momento, para fazer escolhas coerentes.

As 8 âncoras de carreira de Edgar Schein são:

• Estilo de vida;
• Desafio puro;
• Serviço/dedicação a uma causa;
• Criatividade empreendedora;
• Segurança/estabilidade;
• Autonomia/independência;
• Gerência geral;
• Competência técnica ou funcional.

A âncora de carreira é uma combinação de áreas percebidas de competências, motivos e valores das quais não abrimos mão, representam o nosso próprio eu. O objetivo dessa ferramenta é ampliar a percepção, análise e tomada de decisões acerca de sua vida profissional.

Clique aqui para identificar e trabalhar suas âncoras de carreira.

Âncoras de Carreira

damaris .jpg

Por Claudia Boccalini
 

Autogestão também é sobre entender que tempo é o ativo mais valioso da sua empresa. Valorize o tempo do seu time. Quando cada minuto faz sentido, os resultados aparecem!

Você já parou para pensar que tempo também é investimento?

Saber onde e como investir suas horas é tão importante quanto qualquer outro recurso. Sua carreira e sua vida pessoal precisam andar juntas, de forma equilibrada.

Vamos construir isso juntos? Convido você a iniciar esta reflexão aqui:

- Comece observando como você gasta seu tempo atualmente. Observe suas atividades diárias e identifique os "ladrões de tempo" (redes sociais, procrastinação, etc.).

- Pratique a atenção plena (mindfulness) para se conectar com o momento presente e aproveitar cada instante. Este é efetivamente o único tempo real, disponível que temos.

- Pense em seu legado: "Como quero ser lembrado?" Isso pode ajudá-lo a priorizar atividades que tenham um impacto duradouro.

- Invista em seu desenvolvimento pessoal e profissional para otimizar seu tempo e alcançar seus objetivos com mais eficiência.

Lembre-se de que o tempo é um recurso não renovável. Ao utilizá-lo com sabedoria, você poderá construir uma vida mais plena, significativa e satisfatória.

A vida é agora, vamos?

Tempo é recurso: use com sabedoria

claudia boccalini.jpg

Por Janicce Ornieski

Sucesso é movimento e sempre pede mais! 

Sabemos que tudo o que é vivo cresce e se mantém em constante movimento. Mas, em alguns momentos, parece que travamos, simplesmente paramos.
É como se tivéssemos "brigado" com a vida por algo que aconteceu, ou até por um projeto que chegou ao fim. Você já se sentiu assim?

Nessas fases, tudo parece pesado, sem graça e sem energia.

Uma parte de nós fica triste, irritada e quer ficar na zona de conforto, enquanto outra parte sabe que é hora de seguir em frente.

Eu já passei por muitos ciclos assim. Quando eles terminam, deixam uma sensação de vazio e desorganização. E, sim, leva um tempo para processar tudo e fazer novos movimentos.

Mas a boa notícia é que podemos aprender a lidar com esses momentos difíceis de forma mais rápida e profunda. Isso abre espaço para o novo, para uma fase de renovação e criatividade.

Reflita: em que momento da sua vida você está agora? Está pronto(a) para agir, se renovar e crescer ou precisa de ajuda

Em que momento você parou?

Pedestres

Por Fernanda Soliani
 

O processo de Recrutamento & Seleção é muito complexo e causa muitas dúvidas. Seguem algumas dicas a respeito deste assunto.

Se for chamado para uma entrevista online ou presencial SEJA PONTUAL ou, de preferência, se antecipe!


Se a entrevista for online, entre no link com antecedência (10 a 5 minutos).

Se for presencial, verifique opções de rotas, trânsito, etc. e chegue antes do horário agendado.

Se for atrasar por qualquer motivo, avise o responsável. Sabe-se que imprevistos acontecem e isso é normal. O recrutador pode reagendar a entrevista. Mas a falta injustificada ou o "sumiço" que muitos candidatos fazem nos processos seletivos já é um indicativo do seu perfil profissional.

Se você conseguiu encontrar profissionais que atuam no RH da empresa de seus sonhos, você enviou uma solicitação de conexão e a pessoa aceitou sua conexão, parabéns! Porém, é importante ficar atento:

Nem todo mundo que trabalha na área de Recursos Humanos trabalha com R&S. A área de RH é extremamente ampla e em empresas de médio e grande porte, as equipes são divididas nos vários assuntos existentes, como: Treinamento & Desenvolvimento, Remuneração, Comunicação Interna, Relações do Trabalho e Relações Sindicais, Benefícios, Administração de Pessoal, Cultura e Clima Organizacional, etc. Por isso, é extremamente importante você ler sobre o perfil do profissional e o tipo de atividades que ele desenvolve.

Se a pessoa trabalha com R&S, envie uma mensagem perguntando se você pode enviar seu currículo ou se a empresa tem algum canal de captação de perfis. Fale sobre o(s) motivo(s) que faz com que a empresa seja alvo de sua admiração como: a cultura organizacional, seus valores, sua forma de encantar os seus clientes com produtos e/ou serviços de qualidade, sua sustentabilidade e preocupação ambiental, etc. Aguarde a resposta e siga conforme as instruções dadas.

NUNCA envie seu currículo para a pessoa logo de cara, sem perguntar se ela pode recebê-lo ou, pior ainda, simplesmente enviar o arquivo anexado no e-mail de contato do profissional sem qualquer identificação. Isso é muito invasivo e desrespeitoso. Se apresente ao profissional, diga que está em busca de novas oportunidades, que gostaria muito que seu perfil fizesse parte do banco de talentos daquela empresa, etc.

Recrutamento & Seleção

olhem uns para os outros

Por Simone Grivot
 

Quanto mais nos desenvolvemos, melhores são nossas relações. Divergências podem gerar discussões (saudáveis e respeitosas) que são parte das relações.

Confira alguns pontos fundamentais para uma discussão que gera mais benefícios:

 

- Quando faltar argumentos durante uma discussão, siga ouvindo os argumentos da(s) outra(s) pessoa(s) ou suspenda, encerre, adie a discussão.

 

- Ao encarar a discussão como disputa, no ímpeto de vencer e ter mais razão, é comum atacar dizendo ofensas pessoais, então é melhor recuar, para não demonstrar inabilidade ao diálogo,  colocar a relação em risco ou gerar outros prejuízos.

 

- Para construir relações mais positivas é preciso desenvolver empatia, autoconhecimento, inteligência emocional, autoestima e comunicação, esses aspectos são a base para uma boa comunicação.

O maior ganho por uma discussão é poder ampliar perspectivas ao conhecer pontos de vista diferentes. Há benefícios reais quando é possível encerrar melhor do que iniciou.

Discussões não são situações fáceis, mas podem ser mais positivas se nos conscientizarmos de que é preciso preparação.

Reflita: quais são teus pontos fortes quando surge uma discussão?

Discutir é saudável?

Em uma reunião

Por Denilson Vardiero
 

" A verdadeira profissão do homem é encontrar seu caminho para si mesmo."
Hermann Hesse


Pais que decidem o curso ou profissão para o filho seguir podem estar gerando um adulto frustrado, doente, infeliz, dependente.


Os pais devem incentivar seus filhos desde criança a fazerem suas escolhas, começando por coisas pequenas e básicas como um brinquedinho, uma roupa ou até um passeio. O diálogo é fundamental mostrando os aspectos positivos e negativos de cada escolha, colocando na balança sempre os prós e os contras. 


Como afirma o escritor alemão Hesse, o homem deve encontrar seu caminho e para isso ele vai ter que aprender. E aprender significa muitas vezes errar, e corrigir estes erros para se chegar no caminho desejado.


Os pais podem e devem incentivar seus filhos na escolha de uma profissão, sempre com muito diálogo, acolhendo este jovem e suas ânsias e desejos e colaborando para que o mesmo reflita sobre a escolha a realizar.

 

A escola e uma boa Orientação Profissional auxiliarão neste processo, tornando menos dolorosa esta difícil etapa de escolher o curso ou profissão a seguir.

Pais x escolha profissional

denilson blog.jpg

Por Lilia Stamford
 

Porque é uma forma simples de verificação e acompanhamento de tarefas estabelecidas. É útil para visualizarmos as etapas ou itens da lista, que foram cumpridos conforme programamos.

Quando tenho alguma tarefa para fazer seja de trabalho ou pessoal sempre faço listas. Elas me ajudam bastante para não correr o risco de esquecer ou procrastinar o que tem que ser feito.

Não precisa de técnicas especializadas para começar, só precisa de uma folha, canetas (caso queira mudar de cores para chamar atenção) e por a mão na massa. Mas se você quiser, existem vários apps que podem auxiliar, como o Trello, que é bem intuitivo e fácil de manusear.

Como fazer um checklist?

1. Defina o que vai ser verificado, ou seja, escreva qual é o objetivo da lista. Ex: Organizar meu material de estudos.


2. Separe o material por categoria. Ex: cadernos, livros, fichas e etc por matéria.

3. Organize o material por ordem cronológica: dia, mês e ano.

4. Crie pastas para as fichas avulsas, evita perder tempo procurando.

 

5. Mantenha a bancada limpa e organizada e ponha o material que não é do dia em estantes, gavetas ou caixas com identificação.

 

6. Conforme for se organizando verifique se a lista está sendo eficaz.

 

7. Deixe o checklist em local visível e marque as tarefas executadas. 

Vamos começar?

Porque fazer checklists?

lilia blog.jpg

Por Paôlla Fragnan

A comparação com outras realidades, principalmente com as expostas às redes sociais, pode, muitas vezes, nos confundir e fazer-nos pensar que estamos em situação “à margem do ideal”, “atrasados”, “inferiores” ao que selecionamos como o ideal.

Crescer, buscar melhorar, almejar conquistas, precisam ser motivações para todos nós.

Mas, cada um tem a sua própria história! Então reflita:

Qual a sua jornada?

 

O que é valor pra você?

Quais são seus objetivos? O que precisa fazer para alcançá-los, o que precisará abrir mão ou não, em quanto tempo…

 

Siga seu caminho, no seu ritmo e tempo de acordo com estes valores e objetivos!

Lembre-se: Você determina!

Qual é a sua jornada?

Image by RODRIGO GONZALEZ

A felicidade no dia a dia

Por Larissa Benito

 

A felicidade brilha através do nosso sorriso... e quantos motivos temos para sorrir?!

É preciso reconhecer, nos acontecimentos do dia a dia, em cada experiência, a alegria e bem estar que levam a uma vida feliz. Esses aspectos devem fazer parte da nossa vida diária, dos nossos momentos sozinhos, das nossas relações e, também, dos diversos papeis que exercemos em nossa vida.

Destacamos aqui a felicidade construída na nossa relação com o trabalho. Empresas com um ambiente saudável, que valorizam as pessoas e suas potencialidades, que promovem o engajamento, relacionamentos e emoções positivas contribuem para vivermos as experiências de forma plena e, assim, cultivar a felicidade.

Todos, indivíduos e organizações, têm sua responsabilidade na construção de uma vida feliz. Solicite informações sobre nossos programas, como o Happy Workplace, e saiba como podemos te ajudar a exercer esse papel com responsabilidade e intenção.

Quer ser feliz?!

reunião de negócios

Por Luana Santos
 

Você não controla seus pensamentos: você os organiza, reflete, filtra, questiona. Quanto maior a tentativa de controle, maior o sofrimento.

Pensar é um processo natural do psiquismo humano. Está envolvido com a maneira como sentimos e entendemos o mundo, ou seja, de como lemos e interpretamos a realidade.

Ora, se essa é uma forma de nós relacionarmos com o mundo e a vida, não há dúvidas de que o pensamento é importantíssimo. Mas veja bem, preciso te lembrar: eles não são deliberados (você não escolhe "agora vou pensar!"). São inevitáveis e incontroláveis.

Gosto de brincar que, da mesma forma que seu sistema endócrino produz hormônios, seu cérebro produz pensamentos, através das informações que todo seu corpo vai recebendo pelas suas funções de contato (tato, visão, audição, olfato, paladar). Ou seja, o que você pensa é a síntese de um monte de informação, e acontece espontaneamente. Por isso, tentar controlar ou evitar, é basicamente como tentar evitar que seu coração bata. Um gasto de energia sem nenhuma efetividade, você não concorda?

Estou dizendo que não há nada a fazer?

Não. Estou dizendo que a ação é indireta.

Seguindo o exemplo do coração: ele não deixa de bater se você decidir que quer isso. Mas você consegue aumentar ou diminuir o ritmo das batidas dependendo da sua respiração ou da sua movimentação corporal.

Você não pode parar de pensar só porque decidiu que quer isso. Mas você pode OBSERVAR o que você pensa, e buscar organizar. Como? Conversando, escrevendo, refletindo.. isso permite que você se descole do seus pensamentos, tenha mais ação sobre eles. É preciso desautomatizar, pra poder compreender.

Quanto mais você tenta evitar um processo que é natural, mais você vai se frustrar. E quanto mais frustrado você estiver, mais seu organismo vai produzir pensamentos de como resolver essa sensação. É uma bola de neve.

Experimente aceitar seus pensamentos. E entenda que eles não te definem, nem tampouco controlam a realidade, por si só. Você não é o que você pensa, e o que você pensa não faz coisas objetivas acontecerem milagrosamente.

Dê aos pensamentos o tamanho que eles tem.

Não minimize nem supervalorize seu poder.

Viver é maior que pensar.

Você não controla seus pensamentos 

Mindfulness

Por Ana Claudia Giaxa
 

Burnout é um termo da língua inglesa. Significa queimar até a exaustão, consumir-se, esgotar-se, sentir não ter mais nada para oferecer, se sentir sem condições. O som é parecido com “bãrnê-aut”.  Falando mais simples, é o Esgotamento pelo Trabalho.

A Síndrome de Burnout deve ser compreendida como uma reação. É uma resposta, mesmo que “mal adaptada” (o trabalhador adoece), para conseguir enfrentar o estresse ocupacional percebido na realização do seu trabalho.
Pronto! Todo mundo vai achar que tem.
Uma pessoa pode identificar o estresse ocupacional, mas não ter desenvolvido a Síndrome de Burnout.
Não é tão simples assim, alías, ela é de uma complexidade, que exige estudo de cada conceito envolvido nela. Por exemplo, quando falamos em Síndrome, o termo quer dizer que há alguns sinais e sintomas que sempre aparecem juntos. Estão associados.

Para a Síndrome de Burnout, devemos considerar três aspectos que costumam ser chamados de dimensões do Burnout. São elas:

- A Exaustão Emocional: é a dimensão pessoal sentida pelo trabalhador, através de um estresse proveniente da sua atividade ocupacional (profissão). É um cansaço, uma falta de motivação. Uma vontade quase que constante de não estar ali naquele trabalho, faltar, olhar o relógio, contar as horas para voltar para a casa. É uma sensação individual.

- A Despersonalização: é a dimensão interpessoal e defensiva. O trabalhador “se transforma” numa pessoa hostil, embrutecida, ríspida, irritadiça, impaciente. Parece que não faz questão de atender bem as pessoas no desenvolvimento do seu trabalho. Ela também é conhecida pelo cinismo. As pessoas fingem que estão bem, seja para se manter num trabalho, seja porque negam o que estão sentindo, ou os dois.

- A Baixa Realização Profissional: é novamente uma dimensão individual. O trabalhor passa a duvidar da sua competência, do trabalho como fonte de realização profissional e pessoal, duvida de mudanças para melhor. Está infeliz com o que faz e com o que realiza. Sente que só dá para ser feliz se sair daquele “inferno de trabalho”. Se ele pudesse, se não precisasse, sairia o mais breve possível daquela função e/ou daquele lugar (local de trabalho). O seu trabalho não parece ter um bom alcance para ele ou os outros não o reconhecem nisto.

Em todas, as condições em que uma atividade é desenvolvida influenciam muito. Ou seja, a qualidade das relações interpessoais com colegas de trabalho, o ambiente, o clima organizacional, a cultura, a valorização, a transparência e clareza de regras, a clientela, o produto oferecido, estão diretamente envolvidos. Por outro lado, o trabalhador também tem que estar numa função que ele tenha competência, treinamento, desenvolvimento pessoal e saiba ele, mais que ninguém, a importância do que realiza. Isto coloca o Burnout numa dimensão de total compromisso do trabalhador com o seu trabalho e de quem o emprega com o seu trabalhador. É um compromisso mútuo. Autônomos também podem apresentar Burnout.

Como se trata? 

O ideal, quando se fala em Organizações (empresas) é que sejam considerados melhorias nas condições de trabalho. Para o trabalhador, que seja ofertada a possibilidade de apoio psicológico em grupo ou individual, dependendo do objetivo, de treinamento, qualificação, benefícios, que incrementem um trabalho. Isto é sempre bem vindo. Por outro lado, o trabalhador pode precisar repensar sua função, trabalho, etc, e para isto, pode se beneficiar do acompanhamento individual focado no desenvolvimento pessoal direcionado para o mundo do trabalho. Cabe ao trabalhador se situar e saber que há ajuda e melhora. Que ele pode colher melhores frutos se aprender a lidar com o estresse ocupacional. O acompanhamento psicológico vai estar focado nisto: em como ele se realizava, como se preparou e onde foi que esta “engrenagem” trabalho-trabalhador ruíu.

(Nota: é considerado uma doença ocupacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde janeiro de 2022. )

Clique aqui e leia o texto na íntegra.

Síndrome de Burnout

sindrome-burnout.jpg

Por Wilson Gasino

 

O filósofo alemão Arthur Schopenhauer criou uma parábola para falar sobre o dilema dos seres humanos que vivem entre a necessidade de espaço e a vontade de estar próximos dos outros. Ele usou o ouriço e os seus espinhos como personagem da metáfora.

Na história de Schopenhauer, o ouriço sente frio no inverno e então se aproxima de um grupo de outros iguais a ele para partilhar do calor. Mas ao se aproximar demais, ele se machuca e fere os outros por conta dos espinhos.
Então, ele acaba se afastando um pouco até encontrar o espaço ideal, não tão longe, mas também não tão perto, que permita partilhar o calor sem se machucar ou ferir os outros.

Em qualquer relação (casal, família, amigos, equipe de trabalho) há esse dilema entre o ficar afastado e sentir-se só e a aproximação excessiva que pode representar a perda de espaço e de individualidade.

A mensagem positiva é que há um nível ótimo, mesmo levando em conta o passar do tempo e a evolução das relações e das pessoas, que podem em determinados momentos pedir mais espaço e em outros querer mais proximidade.

O ser humano tem seus espinhos também, porém possui uma ferramenta que o ouriço não tem, que é a conversa. Em qualquer relação, falar sobre as suas necessidades e a do outro, seja de espaço ou de proximidade, faz toda a diferença. Infelizmente, muitas vezes perdemos a habilidade de conversar e acabamos querendo que o outro adivinhe o que precisamos.

Não precisamos escolher entre o espinho da agressividade ou o frio do distanciamento. A Comunicação Não-Violenta é uma metodologia que nos ajuda e entender e construir com os outros esse distanciamento ideal, falando sobre limites, respeito, acolhimento, presença e espaço.
E isso é muito necessário.

Alguma dúvida ou sugestão? Clique aqui.

Tá na hora da gente conversar! 

O dilema do ouriço
e a distância do outro

gasino 1.jpg

E agora que eu cresci,
o que vou ser?

Por Cleire Bosio

A escolha por uma profissão na adolescência representa muito mais do que uma seleção por uma atividade de trabalho. Implica refletir quem se deseja ser; significa a busca por uma identidade pessoal e profissional. É justamente nesta fase que o jovem experimenta importantes transformações hormonais, emocionais e intelectuais tornando-o suscetível a conflitos internos e externos. Sentimentos como medo, dúvida, angústia, confusão, incerteza, receio e insegurança são claramente evidenciados nesta fase, pelo fato dos adolescentes atribuírem a si mesmos a responsabilidade da escolha, como se essa definisse seu futuro e lugar na sociedade.

O jovem de hoje é fruto de uma geração que nasceu conhecendo o computador, os jogos eletrônicos, plugados no mundo das informações rápidas e globais, porém, a grande questão é: com que profundidade compreendem ou utilizam as informações obtidas? Observa-se que nos momentos de optarem por seus projetos de vida, eles tendem a deparar-se com uma certa “fragilidade de conhecimento”, ou seja, não se sentem emocionalmente preparados para tomarem decisões.

É neste contexto que devemos promover o autoconhecimento nos jovens e, sobretudo, a reflexão conjunta na escolha da profissão, traçando um caminho no qual o adolescente possa transitar em busca de um objetivo, estimulando-o a fazer escolhas de maneira mais consciente e madura.

 

É imprescindível criar condições para que os jovens possam ter acesso a maior quantidade possível de informações em relação às suas escolhas e possam participar de um processo de orientação profissional para uma escolha consciente e segura.

Estudantes de faculdade

A escolha profissional

Por Ana Buhring

 

A cada dia tomamos várias decisões.

A escolha da profissão talvez seja uma das mais importantes, que pode impactar sua vida pessoal e profissional pois ela determinará seu futuro, sua satisfação, seu papel na sociedade e na família.

Ela deve ser baseada em informações sobre si mesmo, sobre suas habilidades e interesses, sobre mercado de trabalho e sobre as profissões. Mas não esquecendo de que essa escolha é pessoal e pode evoluir ao longo do tempo.

Para maiores informações, clique aqui.

ana buhring.jpg

Por Fabiana Schneider

 

Pergunta do momento: “Então o Tik Tok é o novo LinkedIN?”

 

De acordo com esta reportagem da StartSe sobre o tema, a resposta inicial é SIM, porém especialmente para a GERAÇÃO Z, que é público-alvo do app.

 

Com o projeto piloto Tik Tok Resume, que está na primeira fase de testes apenas nos Estados Unidos, empresas divulgarão vagas de trabalho e as pessoas podem se inscrever enviando currículos em formato de vídeo currículos curtos e criativos. E aqui é que está a grande sacada: também será incentivado o envio do link do perfil no LinkedIN – como rede social profissional – of course!

 

E, pegando carona nesses temas, quero te fazer duas perguntas:

01)  o seu perfil no LinkedIn, como está? atualizado? não?

02)  você já fez seu vídeo CV, para tê-lo à mão quando precisar?

Na Mentoria de Carreira e LinkedIN da Trilhas da Carreira | Consultoria de Carreira , podemos ajudar você a atualizar e otimizar seu LinkedIN e ainda gravar seu vídeo CV!

Tik Tok é o novo LinkedIn?

Por Maria Alice Claro
 

Muitos adolescentes têm essa dúvida: "devo escolher uma profissão que gosto ou uma que dá dinheiro?"
 

Resposta: Nenhuma profissão "dá" dinheiro!

Quem dá dinheiro é pai, mãe, tia, avós…

Dentro desse contexto, é importante reconhecer que a definição de sucesso e felicidade é altamente subjetiva.

Encontrar um equilíbrio entre paixão e estabilidade financeira requer autoconhecimento e a habilidade de se adaptar às circunstâncias em constante mudança. 

Muitas vezes, o caminho para o sucesso envolve superar desafios, aprender com experiências e ajustar as metas conforme necessário.

Seja qual for o caminho escolhido, a combinação certa de paixão e retorno pode ser a chave para uma carreira gratificante e financeiramente sustentável.

Afinal, a verdadeira riqueza reside na harmonia entre o coração e a mente, na busca daquilo que nos faz sentir vivos e realizados.

Fazer o que amo x ganhar dinheiro

Por Ana Pereira

A melhora da qualidade de vida não depende apenas de fatores externos. Muitas coisas simples podem ser feitas para que você consiga reduzir o estresse, ansiedade e melhorar sua qualidade de vida. Confira:
Atividade física: Mexa-se! Exercícios como caminhadas, dança ou yoga não só fortalecem o corpo, mas também melhoram o humor e a energia.
- Sono de qualidade: 
Dormir bem é essencial! Reserve um ambiente tranquilo e desligue as telas para garantir um sono reparador.
- Alimentação saudável: Nutra seu corpo com alimentos naturais, ricos em vitaminas e nutrientes. Coma mais frutas, vegetais e grãos integrais!
- Relacionamentos positivos: Conecte-se! Mantenha relacionamentos saudáveis e genuínos. Uma boa rede de apoio emocional é fundamental.
- Tempo de diversão: Reserve momentos para relaxar e se divertir. Faça algo que ame, seja ler um livro, assistir a um filme ou sair com amigos!
- Aprender algo novo: Desafie-se! Aprender uma nova habilidade, idioma ou hobby estimula a mente e traz satisfação pessoal.

Cultive esses hábitos para uma vida mais equilibrada e plena!
Você merece o melhor. 

Qualidade de vida

Por Giuliana Elisa

Para identificar se você está vivenciando um estado de fluxo no trabalho, busque observar com atenção os seguintes sinais:

- Foco intenso: Você está totalmente concentrado na tarefa, esquecendo-se do tempo e de distrações externas.
- Desafio equilibrado: A tarefa é desafiadora o suficiente para envolver sua atenção, mas não tão difícil a ponto de causar frustração.
- Habilidade correspondente: Suas habilidades e conhecimentos estão alinhados com a tarefa, permitindo que você a execute de forma eficiente.
- Sentimento de controle: Você se sente no controle da situação e confiante em suas habilidades para lidar com os desafios.
- Perda da noção do self: Você perde a noção de si mesmo e de preocupações pessoais, mergulhando completamente na tarefa.
- Senso de realização: Ao finalizar a tarefa, você experimenta um sentimento de realização e satisfação.

Assim, depois de ver os sinais, você estará no caminho para experimentar o estado de fluxo no trabalho!

O 'estado de flow' no trabalho

Por Elaine Zanetti

Economia mundial em crise, guerra, mudanças contínuas, violência, fome, desigualdade, pressão, ansiedade, depressão, burnout, notícias ruins ininterruptas e por aí vai… Esta é a nossa realidade diária, mas precisamos tomar consciência do quanto este movimento automático de ouvir e focar no negativo atrapalha nosso bem-estar e qualidade de vida.

Estudos da neurociência afirmam que nossa mente é como um velcro para pensamentos ruins e negativos. Isto já vem de nossa ancestralidade (ver Rick Ranson). Estes pensamentos surgem independentemente da nossa vontade e retornam a qualquer momento, dificultando nossa concentração, desfocando do que estamos fazendo e impactando na produtividade.

Nossos pensamentos dão origem as emoções, que levam a um comportamento, os quais impulsionam ações e os resultados que obtemos. Por exemplo: a lembrança do sujeito que te destratou no trânsito ressuscita a raiva que sentimos naquele momento e nos faz ruminar uma atitude que tivemos.

As preocupações criam ansiedade. Tristeza, repugnância, medo e outras emoções que não desejamos voltam a mente, às vezes não nos deixam dormir, atrapalham nosso dia a dia e podem tirar o prazer e alegria.

Se queremos mudar algo, precisamos mudar nossa forma de pensar e assim gerar emoções diferentes e consequentemente, um comportamento diferente e uma atitude diferente. Assim, se pensamos de forma otimista, geramos emoções positivas e uma atitude apreciativa perante o mundo.

Apesar da predisposição negativa ser boa para sobreviver em situações desfavoráveis, ela é péssima para relacionamentos saudáveis, desenvolvimento pessoal e bem-estar duradouro. Ela faz com que aprendamos muito com as experiências ruins e pouco com as boas.
As experiências ruins e dolorosas prevalecem sobre as boas. Os elementos negativos contaminam os elementos positivos.

O melhor modo de compensar a predisposição negativa, é incorporar regularmente as coisas boas. Lembrando que para superarmos a força de um pensamento e vivência negativa, precisamos de três interações positivas.

Sugiro um exercício do Livro Florescer, de Martin Seligman, que pode ajudar na conexão com o lado bom de cada um e restaurar o bem-estar.

Por 3 semanas, diariamente pense em 3 coisas boas que aconteceram no seu dia. Coisa boa é qualquer coisa que te fez bem, que te fez sorrir, que te fez sentir-se alegre, poderoso etc. Depois reflita e anote:

  • Por que esta coisa boa aconteceu?
    O que isso significa para você?
    Como posso obter mais disso no futuro?

Experimente este exercício, interaja de forma apreciativa, alimente sua mente com conteúdo de qualidade, selecione como vai ocupar seu tempo, aja com presença, pense diferente e desfrute do bem-estar de estar de bem consigo mesmo e em conexão com seu melhor.

Olhar apreciativo sobre o negativo

Por Beatriz André

Procrastinar é simplesmente o ato de adiar o cumprimento de uma tarefa que precisa ser realizada. É como você soubesse o que deve ser feito e não é capaz de fazer. Mas por que você procrastina?

Pode ser algo feito conscientemente ou inconscientemente. Nas duas situações você empurra as tarefas para frente, tomando a decisão de realizar algo antes, que seja mais prazeroso e menos importante.

Separei 5 técnicas para te ajudar nesse caminho:

Pratique o mindfulness regularmente
Isso ajuda você a se conectar com o “agora” e a manter a atenção plena no presente.

Não se castigue quando procrastinar
Caso contrário, seu cérebro interpretará que você já foi punido e poderá procrastinar novamente.

Pense no seu “eu do futuro”
Conecte-se à dor que sentirá mais tarde se não concluir sua tarefa dentro do prazo.

Comemore no processo
Após concluir uma tarefa, recompense-se com algum benefício para celebrar seu progresso.

Divida suas tarefas em etapas menores
Dessa forma, uma tarefa desafiadora se torna mais gerenciável, permitindo que você celebre diversas pequenas vitórias.

Agora que você sabe mais sobre as técnicas, comece sua prática hoje mesmo!

Vencendo a procrastinação

Por Gilvanise G. Vial

Viver um dia de cada vez é uma ótima abordagem para manter um mindset saudável e focado no presente.

Isso ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade, permitindo que você se concentre nas tarefas e desafios do agora e aproveite mais plenamente cada momento da vida, em vez de se preocupar exclusiva e excessivamente com o futuro ou com o passado, ambos fora do nosso alcance e controle.

O único “tempo” em que podemos escolher, fazer, construir, aceitar, rejeitar ou modificar algo é no presente.
Desfrute-o!

Um dia de cada vez

bottom of page